Você pode estar achando estranho o nome desse blog, forte e impactante, mas a intenção é chamar a sua atenção, envolve-lo e solicitar sua participação e colaboração na preservação das nossas matas (florestas e etc), pois o nome já sugere saúde, em especial aquelas que contribuem com vantagens para você e sua saúde, as plantas medicinais.

Nosso projeto, ainda acadêmico, faz parte do Fórum Universitário Anhanguera – Uniban, que tem como linha de pesquisa inovações terapêuticas e o objetivo conscientizar a população brasileira e nossos governantes a defender e preservar o que é nosso, resgatando e valorizando o conhecimento popular no uso das plantas medicinais.

A partir do desenvolvimento de pesquisas e conhecimento científico, apresentaremos as possibilidades terapêuticas no tratamento de várias enfermidades que acometem a saúde bucal, dentre outras.

Faça parte desta campanha, filie-se a esse projeto, opine, contribua, cuide do que é seu !!!

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

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2 comentários:

  1. Investir em educação como prioridade zero, pois somente assim nossas gerações futuras compreenderão que todos nós fazemos parte da natureza, e não como uma parte separada dela. Sendo o Brasil um país rico em bioativos substâncias biologicamente ativas , o tema biopirataria sempre foi motivo de alerta por parte de ambientalistas outros setores da sociedade civil. Simplesmente estão levando do país nossas riquezas biológicas, registrando suas patentes e gozando de vantagens econômicas em cima de produtos gerados com nossas plantas.
    Portanto, o assunto biopirataria diz respeito, sobretudo, à importância da conservação e proteção da biodiversidade, à pesquisa de novas substâncias bioativas e aos aspectos relacionados com a propriedade intelectual dessas substâncias.Defenda o que é nosso
    Mario Giorgi

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  2. Quando o assunto é biodiversidade das matas brasileiras, fica latente a falta de preparo de nossa legislação no que tange à defesa da propriedade intelectual de novas substânicas bioativas. A questão da biopirataria merece atenção especial porque dela, vazam riquezas do país que se esvaem pela indústria farmacêutica. Em outro aspecto, não haverá mudança se não houver concientização do problema o que faz da educação ambiental, ferramenta importante desse processo, para a atual e futuras gerações. Não se mudam hábitos sem educação e tampouco se combate pirataria sem concientização. Portanto, o caminho é educar para previnir. Marinês Rigo

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